Da Redação
Chegada ao Líbano com apelo urgente O papa Leão XIV desembarcou em Beirute neste domingo, 30 de novembro de 2025, para sua primeira viagem apostólica ao Oriente Médio. Portanto, após quatro dias na Turquia, o pontífice americano – o primeiro dos EUA – inicia dois dias no Líbano com uma mensagem clara de paz. Assim, em saudação no aeroporto, repetiu as palavras de Jesus: “Bem-aventurados os pacificadores”. Com isso, o gesto visa unir cristãos e muçulmanos em um país devastado por conflitos.
Contexto de crise e esperança O Líbano, com 5,8 milhões de habitantes e diversidade religiosa (1/3 cristãos), sofre com a guerra entre Israel e Hezbollah. Logo, ataques israelenses desde o cessar-fogo de 2024 mataram centenas e deslocaram milhares. Dessa forma, Leão XIV chega como “sinal de esperança”, segundo o bispo George Essayan. Enquanto isso, multidões agitaram bandeiras do Vaticano e Líbano nas ruas.
Discurso aos líderes No Palácio Presidencial, Leão XIV falou a políticos e religiosos. Portanto, elogiou o “modelo único de convivência” entre cristãos e muçulmanos. Assim, pediu perseverança na paz apesar da “situação regional complexa”. Com isso, presidente Joseph Aoun (cristão maronita) respondeu: “Líbano é terra de liberdade para todos”. Logo, destacou o país como “dever da humanidade”.
Primeira visita papal desde 2012 Leão XIV é o quarto papa no Líbano (Paulo VI em 1967, João Paulo II em 1997, Bento XVI em 2012). Dessa forma, o país – maior proporção de cristãos no Oriente Médio – precisa de apoio. Portanto, o pontífice presidirá missa campal na orla de Beirute e visitará hospital psiquiátrico.
Reações e expectativas Hezbollah pediu fim aos ataques israelenses. Assim, líder Naim Qassem vê na visita chance de trégua. Com isso, libanesa Randa Sahyoun, do Catar, disse: “Queremos paz nos corações dos políticos”. Enquanto isso, xeque druso Sami Abi al-Muna elogia o “vislumbre de esperança”.
Perguntas Frequentes sobre a visita de Leão XIV ao Líbano
Por que Leão XIV visita o Líbano agora? Para trazer paz em meio a ataques israelenses e crise humanitária.
Qual mote da viagem? “Felizes os pacificadores” – apelo à unidade cristã-muçulmana.
Quem recebe o papa? Presidente Joseph Aoun, premiê Nawaf Salam e líderes religiosos.
Impacto da visita? Reforça esperança e pode mediar tréguas regionais.
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