Da Redação
Retorno esperado em Miami
Após quatro semanas sem competição, a Fórmula 1 volta à ação no Grande Prêmio de Miami entre 1º e 3 de maio. A expectativa dos torcedores permanece elevada neste retorno às pistas. Entretanto, além da ansiedade pelo retorno, abril trouxe transformações significativas no regulamento.
Calendário reduzido por questões de segurança
A FIA havia inicialmente planejado 24 etapas para 2026 no calendário internacional. Contudo, situações geopolíticas forçaram ajustes necessários. Os Grandes Prêmios do Bahrein e da Arábia Saudita foram adiados em razão da instabilidade regional no Oriente Médio.
Consequentemente, a temporada 2026 contará com 22 corridas em vez das 24 originalmente previstas. Este ajuste reflete o compromisso da entidade máxima com a segurança dos envolvidos.
Gestão de energia: o grande debate
Pilotos e dirigentes pressionaram pela revisão do sistema de energia dos monolugares. Com maior eletrificação nas unidades de potência, o equilíbrio entre desempenho e recarga tornou-se crítico para competitividade. A FIA respondeu com novas diretrizes regulamentares.
A federação reduziu a energia regenerada durante voltas de ritmo acelerado. Simultaneamente, ampliou a entrega de potência em momentos estratégicos da corrida. Essas mudanças diminuem a dependência de longos períodos de recarga para os carros.
Alterações técnicas no MGU-K e segurança
Novos limites foram estabelecidos para evitar discrepâncias tecnológicas entre os competidores. O motor elétrico, conhecido como MGU-K, sofreu restrições mais severas ao longo de cada volta do circuito. Sua operação concentra-se agora exclusivamente nas fases de aceleração.
Um sistema automático de detecção foi implementado para identificar quedas abruptas de desempenho nas saídas das curvas. Quando o carro apresenta aceleração inferior ao esperado, o MGU-K ativa-se de forma automática. Esta medida reduz significativamente o risco de colisões traseiras nas largadas.
Bortoleto enfrenta desafios nas largadas
Gabriel Bortoleto conquistou o Q3 em duas de suas três tentativas até o presente momento. Entretanto, as largadas têm custado posições valiosas ao piloto da Audi nas provas. No Grande Prêmio do Japão, saiu do nono lugar e perdeu seis posições logo no início.
De acordo com o brasileiro, essa dificuldade representa um padrão recorrente para sua equipe. O turbocompressor foi apontado como o principal responsável pelas deficiências nas largadas do time até agora.
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