Da Redação
O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) formalizou a proibição da virginiamicina como promotor de crescimento na produção animal. A medida alinha o Brasil aos padrões internacionais mais rigorosos de biosseguridade e segurança alimentar. A Portaria SDA/MAPA 1.617 marca uma nova fase na regulação de antimicrobianos no setor agropecuário nacional.
Harmonização com normas globais
A mudança regulatória reposiciona o uso de antimicrobianos no Brasil. A atualização contribui para harmonizar o arcabouço normativo brasileiro com práticas internacionais consolidadas. Para pecuaristas, essa harmonização é estratégica na preservação da competitividade.
A regulamentação garante acesso a mercados internacionais mais exigentes para exportadores brasileiros. A pecuária de Mato Grosso e do Centro-Oeste se beneficia dessa adequação aos padrões globais. A medida reforça a posição competitiva da proteína animal brasileira no comércio exterior.
Novas aplicações terapêuticas autorizado
A virginiamicina é redirecionada para aplicações terapêuticas específicas e controladas. Na avicultura, o uso autorizado é para prevenção e controle da enterite necrótica em aves. Em ruminantes, a substância segue aprovada para prevenção e tratamento da acidose ruminal.
As aplicações clínicas estão fundamentadas em critérios rigorosos de segurança alimentar. As evidências científicas internacionalmente reconhecidas sustentam essas autorizações específicas. O uso do antimicrobiano continua permitido em contextos clínicos sob supervisão técnica apropriada.
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