Da Redação
A instabilidade geopolítica no Oriente Médio acendeu alertas sobre segurança energética brasileira nos últimos dias. Segundo a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, conflitos globais expõem fragilidades do país. O Brasil ainda importa grandes volumes de diesel para movimentar transporte e produção agrícola.
Vulnerabilidade nas rotas internacionais
O bloqueio de rotas marítimas impacta diretamente no preço do frete e abastecimento de combustíveis. A Aprosoja MT defende valorização da energia renovável produzida no campo como solução. A entidade acredita que o setor possui capacidade subutilizada para sustentar a indústria de biocombustíveis.
Proposta do B100 ganha força
O debate intensifica-se em torno da implementação do B100, uso de biodiesel puro. Segundo a associação, essa medida funcionaria como instrumento estratégico contra crises de fornecimento. A instituição afirma que o biodiesel puro pode ser importante para segurança energética nacional.
Autonomia e resiliência no campo
A proposta inclui permitir que cooperativas e agroindústrias produzam combustível para consumo interno. O objetivo não é substituir o sistema nacional de distribuição, mas criar mecanismo de resiliência. A paralisação agrícola por falta de insumos comprometeria plantio até chegada de alimentos e medicamentos.
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