*Da Redação*
Uma disputa territorial entre Pará e Mato Grosso, sob análise no Supremo Tribunal Federal (STF), coloca em questão aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados. A área equivale ao tamanho do estado de Sergipe. O conflito afeta municípios estratégicos da Amazônia Legal como Novo Progresso, Altamira e São Félix do Xingu.
Impactos na economia e comunidades
A região concentra atividades econômicas significativas, incluindo pecuária, agricultura e mineração. Comunidades locais dependem diretamente de serviços públicos oferecidos pelos estados. O impasse compromete a fronteira agrícola brasileira e afeta milhares de famílias.
O conflito envolve questões fundiárias complexas, arrecadação tributária e acesso a recursos públicos. Produtores rurais, lideranças políticas e habitantes da área contestada há décadas sentem as consequências diretas. A situação mobiliza diversos setores interessados em uma resolução.
Posicionamento de autoridades e próximos passos
A deputada estadual Janaina Riva (MDB) ressalta a importância de considerar a realidade das populações afetadas. “Essa discussão não pode ser reduzida a não ceder um palmo de terra, porque aqui se trata de gente, de vida de milhares de famílias que há décadas vivem numa região esquecida, desassistida e que sobrevivem graças ao amparo de Mato Grosso”, afirma.
A audiência de conciliação no STF, conduzida pelo ministro Flávio Dino, foi remarcada para reunir representantes. Estados, União e municípios afetados participarão da discussão. O objetivo é buscar uma solução viável para o impasse territorial.
Fonte: CompreRural
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