A autoridade financeira do país divulgou o levantamento de reclamações procedentes registradas entre julho e setembro de 2025. O relatório mostra que, mesmo entre instituições de grande porte — digitais e tradicionais —, os índices de queixas seguem elevados. Assim, cresce a preocupação com qualidade de atendimento, clareza contratual e robustez de processos internos.
Quem lidera e onde estão os focos
Na ponta do ranking, uma instituição apresenta índice de reclamações por milhão de clientes significativamente acima das demais. Em seguida, aparecem bancos digitais e estabelecimentos tradicionais. Nesse contexto, as queixas se concentram em:
- cartões de crédito;
- cobrança indevida;
- portabilidade de crédito consignado;
- falhas de atendimento;
- oferta de serviços sem clareza.
Como o consumidor pode usar o ranking
Para o cliente, o ranking serve como parâmetro prático. Na hora de escolher ou trocar de banco, considerar esse histórico ajuda a evitar problemas futuros. Além disso, o dado dá munição para contestar operações e priorizar canais com melhor taxa de resolução.
Recado para os bancos
Para as instituições, o resultado é um chamado à ação. É preciso revisar processos, aprimorar interfaces digitais e reforçar o atendimento humano. Do mesmo modo, contratos mais claros reduzem atritos, diminuem recorrência de queixas e preservam reputação.
Educação financeira e canais oficiais
Entidades de defesa do consumidor lembram que a educação financeira continua essencial. Portanto, conhecer direitos e usar os canais oficiais — inclusive o sistema de reclamações da autoridade reguladora — aumenta as chances de solução rápida e efetiva.
Em síntese, o relatório vai além do ranking. Ele funciona como instrumento de transparência e estímulo à melhoria contínua no setor bancário.
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