Da Redação
Paralisação em defesa de direitos
Professores e servidores administrativos das redes municipal e estadual do Rio de Janeiro paralisaram por 24 horas na quinta-feira. A mobilização objetiva pressionar por reajustes salariais e condições de trabalho adequadas.
A coordenadora do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, Helenita Beserra, informou que nova assembleia ocorrerá em 5 de maio. O encontro definirá sobre possível entrada em estado de greve pela rede estadual.
Cronograma de mobilizações
Profissionais da rede municipal marcaram assembleia para 16 de maio. Atos públicos aconteceram em frente à Alerj e na Cinelândia durante a paralisação.
Ambas as categorias reivindicam recuperação salarial acumulada ao longo dos anos. Cálculos apontam perdas de 24,07% desde 2019 nos vencimentos.
Principais demandas da categoria
A rede estadual cobra cumprimento integral de acordo de 2021 que previa 26,5% de reposição salarial. Apenas a primeira parcela foi paga até o momento.
Professores municipais cobram eliminação da minutagem, pagamento do 14º salário, piso nacional para educação infantil e descongelamento do tempo de serviço. Também pedem aumento no vale-refeição.
Posicionamento das secretarias
A Secretaria Estadual de Educação afirmou que aulas ocorreram normalmente. A pasta ressaltou respeito ao direito de manifestação e compromisso com valorização do magistério.
A Secretaria Municipal de Educação informou manutenção de diálogo constante com representantes sindicais. Reuniões frequentes com a categoria estão sendo realizadas.
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