O secretário do Departamento de Transportes dos EUA, Sean Duffy
30/01/2025
REUTERS/Kevin Lamarque
” data-medium-file=”https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2025/02/2025-02-05T193528Z_1_LYNXMPEL140Y9_RTROPTP_4_USA-CRASH-WASHINGTONDC.jpg?fit=300%2C200&quality=70&strip=all” data-large-file=”https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2025/02/2025-02-05T193528Z_1_LYNXMPEL140Y9_RTROPTP_4_USA-CRASH-WASHINGTONDC.jpg?fit=947%2C632&quality=70&strip=all”>A Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (5) que reduzirá em 10% a capacidade de voos em 40 aeroportos importantes do país a partir da manhã de sexta-feira (7).
A medida afetará entre 3.500 e 4.000 voos diários e ocorre em meio ao prolongado shutdown do governo federal, que já dura 36 dias, tornando-se o mais longo da história americana.
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O secretário de Transportes, Sean Duffy, classificou a decisão como “proativa” para evitar maiores transtornos. No entanto, ainda não está claro quais aeroportos serão diretamente impactados pela redução.
O administrador da FAA, Bryan Bedford, alertou que outras medidas poderão ser adotadas caso a situação não se normalize, ressaltando a pressão crescente sobre o sistema aéreo e a necessidade de manter a segurança operacional.
A paralisação do governo tem causado atrasos e cancelamentos devido à falta de pagamento dos controladores de tráfego aéreo, que, apesar de serem funcionários essenciais e obrigados a trabalhar, não recebem seus salários.
A FAA também destacou a escassez de pessoal em algumas unidades, o que tem prejudicado a operação dos voos desde o início do shutdown, em 1º de outubro.
Em entrevista recente, Duffy chegou a afirmar que, se o shutdown persistir, poderia ser necessário “fechar todo o espaço aéreo”.
Já o presidente da Associação Nacional dos Controladores de Tráfego Aéreo, Nick Daniels, alertou que a recuperação dos impactos causados pela paralisação pode levar semanas.
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