Da Redação
Anúncio de medidas emergenciais
O presidente cubano Miguel Diaz-Canel anunciou medidas para enfrentar a escassez de combustível na ilha. O governo lançará um plano na próxima semana para lidar com a crise energética. As ações incluem restrições ao consumo e promoção de economia.
Bloqueio dos Estados Unidos
Os EUA implementam sanções contra países que enviam petróleo para Cuba. A administração Trump ameaçou aplicar tarifas sobre produtos de nações fornecedoras. A Venezuela, principal exportadora de combustível para a ilha, está impedida de continuar o abastecimento.
Impactos na população
A crise afeta transporte público, hospitais, escolas e economia turística cubana. Apagões frequentes castigam até a capital Havana. Uma falha em subestação causou corte total em cinco províncias do leste.
Apagão generalizado
Cuba produz apenas 1.000 megawatts, ou 38% da geração diurna, com painéis solares. O presidente planeja aumentar a geração de energia renovável para serviços essenciais. A infraestrutura envelhecida agrava a situação crítica de abastecimento.
Posição diplomática
Diaz-Canel reiterou disposição em dialogar com os Estados Unidos sob condições. Cuba exige que Washington não interfira em seus assuntos internos. Conversas preliminares ocorrem, mas diálogo bilateral formal não foi estabelecido.
Estratégia de sobrevivência
O governo cubano trabalha para aumentar extração de petróleo bruto e capacidade de armazenamento. A China apoiou a instalação de painéis solares nos últimos dois anos. Cuba insiste em seu direito de receber entregas de combustível por via marítima.
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