Da Redação
Irã examina plano de 15 pontos de Trump
O governo iraniano está analisando uma proposta dos Estados Unidos para encerrar a guerra no Golfo Pérsico. O chanceler Abbas Araqchi afirmou que há disposição de negociar, mas sob condições específicas.
A proposta americana, enviada via Paquistão, inclui 15 pontos determinantes. Entre eles estão a remoção de urânio enriquecido, interrupção de enriquecimento e restrição ao programa de mísseis balísticos.
Comunicação intermediária, não negociação direta
Araqchi esclareceu que trocas de mensagens por intermediários não constituem negociações formais com Washington. Segundo ele, as ideias foram transmitidas às autoridades de alto escalão iraniano.
O ministro ressaltou que uma posição oficial será anunciada conforme necessário pelas lideranças do país.
Casa Branca intensifica pressão militar
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, ameaçou ataques mais intensos se o Irã não reconhecer derrota militar. Ela afirmou que Trump garantirá golpes mais severos que os anteriores.
O Pentágono planeja enviar milhares de soldados aerotransportados para o Golfo Pérsico. Isso aumentaria as opções de Trump para ordenar operações terrestres na região.
Mercados respondem à notícia de negociações
Os mercados acionários globais recuperaram-se após conhecer a proposta americana. Os preços do petróleo caíram significativamente em reação aos relatos.
Investidores esperam o fim de um conflito que desorganizou o fornecimento energético global e alimenta pressões inflacionárias.
Irã ameaça abrir novas frentes de combate
A agência de notícias Tasnim informou que o Irã poderia abrir frente no Estreito de Bab al-Mandab se sofrer ataques em seu território. Fonte militar iraniana confirmou capacidade de representar ameaça crível na região.
O presidente do Parlamento iraniano advertiu que qualquer país vizinho cooperando com inimigos sofreria represálias. A ameaça refere-se especificamente à ocupação de ilhas iranianas.
ONU apela por desescalada diplomática
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou para risco de guerra mais ampla. Ele pediu priorização da diplomacia sobre militarização crescente.
Desde o início da operação Fúria Épica, o Irã atacou bases americanas e fechou efetivamente o Estreito de Ormuz, vital para comercio energético internacional.
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