Da Redação
A paralisação mais prolongada da história do governo americano ultrapassa fronteiras. Bases militares dos EUA na Europa enfrentam impactos diretos da crise fiscal.
Milhares de funcionários locais em instalações militares americanas suspenderam recebimento de salários. A paralisação já dura quase seis semanas sem perspectiva de normalização rápida.
Governos intervêm para cobrir custos
Algumas nações que sediam as bases assumiram os custos temporariamente. Essas medidas buscam garantir continuidade operacional enquanto negociações avançam em Washington.
Itália e Portugal adotam postura diferente
Nesses países, trabalhadores continuam executando suas funções sem receber. A situação gera preocupação quanto à sustentabilidade dessa condição indefinidamente.
Diversidade de funções nas instalações
Os empregos abrangem alimentação, construção, logística, manutenção e posições especializadas. A paralisação afeta profissionais de diferentes níveis e especialidades.
Informações obtidas junto à Associated Press
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