A Operação Domínio Fantasma deflagra ações nesta terça-feira, 11 de novembro de 2025, em Cuiabá e Sorriso. A Polícia Civil de Mato Grosso mira um contador como líder de fraudes eletrônicas. Assim, desmonta rede que lavou milhões com sites falsos e CNPJs fictícios.
Alvo Principal da Operação Domínio Fantasma
O contador cria centenas de empresas de fachada desde 2020. Ele fabrica CNPJs para “laranjas” de baixa renda. Dessa forma, registra sites de e-commerce fraudulentos em todo o Brasil.
Além disso, responde por associação criminosa e crimes contra o consumidor. Com isso, atrai vítimas via anúncios em redes sociais. A Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) lidera a investigação.
Mandados Cumpridos na Operação Domínio Fantasma
Agentes executam prisão preventiva contra o mentor. Portanto, apreendem bens em sete buscas domiciliares. Enquanto isso, suspendem perfis em redes e sites golpistas.
Por outro lado, sequestram R$ 5 milhões em contas bancárias. Assim, bloqueiam dois imóveis e cinco veículos de luxo. O Juiz das Garantias de Cuiabá emite as ordens via Núcleo de Justiça 4.0.
Além disso, aplicam medidas cautelares diversas à prisão. Com isso, param atividades econômicas de sete empresas. A operação atinge o coração do esquema em Cuiabá.

Início das Investigações da Operação Domínio Fantasma
A Sefaz alerta a DRCI sobre aberturas massivas de firmas. Uma sala comercial sem placa abriga 310 empresas do contador. Dessa forma, expõem o endereço como epicentro das fraudes.
Enquanto isso, 182 companhias já baixadas levantam suspeitas. Portanto, peritos confirmam uso para lavagem de Pix e cartões. Vítimas relatam compras sem entrega em sites clonados.
Por outro lado, o investigado promove dropshipping e iGaming no Instagram. Assim, atrai vítimas com anúncios falsos de brinquedos e roupas. O golpe abala consumidores nacionais.
Funcionamento do Esquema na Operação Domínio Fantasma
Criminosos clonam lojas famosas, como de cosméticos. Clientes pagam, mas recebem ar. Com isso, sites acumulam queixas no Reclame Aqui.
Além disso, usam laranjas de outros estados para CNPJs. Portanto, evitam rastreio inicial. A rede lava lucros via transferências em cascata.
Enquanto isso, o grupo atua de forma estável há anos. Dessa forma, fatura milhões em fraudes diversificadas. A operação corta o fluxo financeiro agora.
Parcerias na Operação Domínio Fantasma
A DRCI une forças com Deccor e Defaz. Assim, combatem corrupção e crimes fazendários. A Decon protege consumidores lesados.
Por outro lado, a Delegacia de Sorriso apoia buscas locais. Com isso, amplia o cerco regional. A Core organiza a logística especial.
Além disso, Politec e Sefaz fornecem suporte técnico. Enquanto isso, a Cecor coordena o enfrentamento organizado. Equipes somam dezenas de agentes em campo.
Impacto das Fraudes na Operação Domínio Fantasma
Vítimas de vários estados buscam reembolso sem sucesso. Portanto, o golpe erode confiança no e-commerce. Autoridades estimam prejuízos acima de R$ 10 milhões.
Com isso, a operação devolve esperança aos lesados. Peritos analisam dados telemáticos apreendidos. Dessa forma, identificam mais cúmplices.
Por outro lado, o contador usava expertise para burlar sistemas. Assim, criava firmas em massa no mesmo endereço. A Sefaz bloqueia novas aberturas preventivas.

Resultados Iniciais da Operação Domínio Fantasma
O mentor fica preso preventivamente em Cuiabá. Portanto, interrogatórios revelam ramificações. Enquanto isso, sequestros congelam ativos ilícitos.
Além disso, suspensões de sites param novos golpes. Com isso, vítimas ganham tempo para denúncias. A Polícia Civil registra alta em queixas resolvidas.
Por fim, o esquema perde base operacional. Dessa forma, fraudes eletrônicas caem na região. Mato Grosso reforça vigilância digital.
Planos Futuros Após Operação Domínio Fantasma
Investigações prosseguem com análise de provas. Com isso, expandem para outros estados. Autoridades planejam treinamentos contra dropshipping falso.
Enquanto isso, parcerias com plataformas digitais crescem. Portanto, monitoram anúncios suspeitos. O foco vira prevenção em iGaming e e-commerce.
Além disso, vítimas recebem orientação da Decon. Assim, facilitam ressarcimentos via Justiça. A operação inspira ações semelhantes no Brasil.


