*Da Redação*
O governo brasileiro divulgou nota na noite de quinta-feira (23) rejeitando a sobretaxa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Washington justificou a medida através de investigação sobre trabalho forçado. A resposta foi célere, conforme apurado.
Crítica à medida americana
Brasília argumenta que a tarifa americana funciona como substituição de tributos eliminados pela Suprema Corte dos EUA. O Planalto critica Washington por usar o tema trabalho forçado como pretexto para essa substituição tarifária. O Ministério do Trabalho e Emprego já enviou aos americanos dados comprovando o compromisso brasileiro com o tema.
Dados sobre comprometimento brasileiro
O Brasil é reconhecido pela Organização Internacional do Trabalho como país engajado no combate ao trabalho forçado. O país é signatário de 66 convenções da organização, enquanto os EUA subscrevem apenas 10 convenções. Esse contraste foi destacado na nota oficial do governo.
Próximos passos previstos
A nota anuncia que o Brasil recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo também sinalizará acionamento da lei de reciprocidade aprovada pelo Congresso Nacional. Nos bastidores, avalia-se que a medida funcionará como sinalização política.
Adiamento da decisão final
Conforme analistas, a decisão sobre aplicação efetiva da reciprocidade não ocorrerá em curto prazo. O processo previsto inclui análise interna, consultas setoriais, avaliação técnica e consultas públicas. Nenhuma dessas etapas foi iniciada até agora.
Fonte: CNN Brasil
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