Os Correios miram desligar 10 mil funcionários (8,6% do quadro) via novo PDV, anunciado nesta quinta-feira, 14 de novembro de 2025. Portanto, o plano, apresentado ao TCU, busca equilíbrio financeiro. Dessa forma, garante empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia da União. Enquanto isso, prejuízo acumulado chega a R$ 4,3 bilhões nos primeiros 9 meses.
Motivos da crise Despesas com pessoal consomem 72% do orçamento. Assim, gastos totais sobem desde 2022. Com isso, estatal projeta R$ 10 bilhões de rombo em 2025 sem ajustes. Portanto, PDV fatiado por regiões unifica agências sobrepostas.
Etapas do plano Reestruturação foca três pilares. Dessa forma, corta custos operacionais. Além disso, diversifica receitas digitais. Enquanto isso, otimiza liquidez para competitividade.
Reação dos trabalhadores Funcionários temem estabilidade. Portanto, sindicatos como Findect cobram concursos (ausentes desde 2011) e correção salarial. Com isso, reunião em 14/10 pede revisão de cargos. Assim, José Aparecido Gandara alerta: “De 128 mil em 2011, caímos para 86 mil”.
Impactos esperados A curto prazo, alivia caixa. Dessa forma, evita multas e rombo de R$ 20 bi em 2026. Portanto, diversificação em serviços digitais retoma confiança. Enquanto isso, TCU monitora execução.
Principais medidas do PDV:
- 10 mil desligamentos voluntários
- Corte de 72% em pessoal
- Diversificação receitas
- Otimização agências
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